Doenças que estavam erradicadas estão voltando!
Como é possível uma doença que já estava erradicada reaparecer e ser motivo de preocupação para toda população?
O sarampo por exemplo, segundo dados da OMS estava erradicado no Brasil desde 2016https://www.hojeemdia.com.br/horizontes/sarampo-est%C3%A1-oficialmente-erradicado-no-brasil-diz-oms-1.400788. E em 2018 ressurgiu com força total
Mas o que aconteceu afinal?
Em 2017 países vizinhos como a Venezuela sofreram surtos de sarampo e sabemos que a imunização foi falha devido as condições políticas e econômicas deste país. Houve uma migração intensa de venezuelanos para o Brasil, muitos deles contaminados com o sarampo. A baixa cobertura vacinal da população brasileira também contribuiu com o aumento dos casos. A sociedade Brasileira de imunização (Sbim) https://sbim.org.br/ defende uma cobertura de 95% da população, mas o ministério da saúde demonstra que a meta não é alcançada, principalmente na segunda dose.
Doenças como poliomielite, rubéola e difteria também voltaram. E o interessante é que para todas elas existe no Sistema único de Saúde (SUS) a disponibilização das vacinas gratuitamente. A queda da cobertura vacinal segundo o ministério da saúde começou em 2016 muito relacionada ao movimento antivacina https://emais.estadao.com.br/noticias/bem-estar,conheca-a-origem-do-movimento-antivacina,10000074329

Doenças como poliomielite, rubéola e difteria também voltaram. E o interessante é que para todas elas existe no Sistema único de Saúde (SUS) a disponibilização das vacinas gratuitamente. A queda da cobertura vacinal segundo o ministério da saúde começou em 2016 muito relacionada ao movimento antivacina https://emais.estadao.com.br/noticias/bem-estar,conheca-a-origem-do-movimento-antivacina,10000074329

Existem outros fatores que contribuem com a volta das doenças reemergentes, com a globalização houve o aumento da urbanização, além da pobreza, baixo acesso ao saneamento, alterações no clima, perda da biodiversidade, desmatamento, queimadas entre outros. Cenário favorável para estas doenças retornarem, não respeitarem as fronteiras e tornando um problema global. Somos diretamente responsáveis pelo retorno destas doenças e com uma força tarefa comprometida e políticas públicas eficazes e empenhadas poderemos retornar com a erradicação das mesmas.
Pensamos em proteger apenas nossa casa, mas não esqueçam que não adianta nosso país estar protegido se nossos vizinhos mantem seu território propício para vilões.
Pensamentos e ações em conjunto podem vencer esta guerra!